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segunda-feira, 13 de julho de 2009

NIGHT AT THE MUSEUM 2 (UMA NOITE NO MUSEU 2) com Ben STILLER e OWEN WILSON

SINOPSE: Assim como no primeiro filme, Ben Stiller volta nessa sequência no papel do vigia de museu Larry Daley. Mas dessa vez a ação se dá no museu Smithsonian de Washington, na capital dos EUA, onde ganham vida personalidades da história americana - entre eles presidentes, Amelia Earhart (Amy Adams), uma das pioneiras da aviação; além de um improvável faraó, Kah Mun Rah (Hank Azaria).


Assista ao trailer Nigth at the Museum 2 (Uma Noite no Museu 2)



Meus queridos:

Eu preferi, sinceramente, o 1, mas, vamos lá, dá para assistir sim.

Depois de sua aventura no Museu de História Nacional, Larry Daley (Ben Stiller) larga seu posto de vigia e se torna um requisitado inventor. Quando tenta voltar ao local do seu antigo trabalho para visitar os amigos, ele descobre que muitas das estátuas foram consideradas desatualizadas, e, por isso, enviadas para o Instituto Smithsonian, em Washington. Dentre elas, muitos dos amigos que fez em suas noites como vigia.
Certa dia, o caubói Jebediah (Owen Wilson) liga para o ex-vigia para um desesperado pedido de ajuda. Em sua nova residência, o grupo está sofrendo ameaças de um novo vizinho, o faraó egípcio Kahmunrah, que formou uma quadrilha quase imbatível com Ivan, o Terrível, Napoleão Bonaparte e Al Capone. Larry corra para a capital federal para salvar seus amigos. Lá, ele contará com a ajuda do genial Albert Einstein, da aviadora Amelia Earhart (Amy Adams), além dos já conhecidos Teddy Roosevelt (Robin Williams), Octavius, Sacajawea, Átila, o huno, e os Neandertais.

Uma Noite no Museu 2 foi o primeiro filme já feito no complexo de museus Smithsonian, o maior do planeta, construído em 1846 com uma misteriosa doação de US$ 500 mil, de um cientista que nunca havia ido aos EUA. A comédia tem no elenco a maioria dos astros do primeiro filme, como Ben Stiller e Robin Williams, além de contar também com Amy Adams, Alain Chabat e Hank Azaria.

Bom, assistam, é legal.

Abraços
Elaine

STATE OF PLAY (INTRIGAS DE ESTADO) com RUSSEL CROWE e BEN AFFLECK

SINOPSE: Stephen Collins (Ben Affleck) é um deputado que tem sua carreira política ameaçada por uma investigação que envolve a morte de sua amante. Cal McCaffrey (Russell Crowe), ex-chefe da campanha do político, agora trabalha como jornalista num jornal que começa a investigar o crime, o que coloca em jogo a relação entre os dois.





Meus queridos:

Filmaço. Assisti ao filme no sábado passado e para um dia chuvoso a escolha foi muito mais do que acertada.
Russel Crowe está impecável e como sempre atuando divinamente no papel
Cal McCaffrey, um jornalista que trabalha em um jornal e que tem como editora-chefe, Cameron Lynne (Helen Mirren). uma jovem jornalista é aceita para trabalhar com Cal, no entanto, acaba sendo convencida a conter a sua empolgação e retém as informações até onde é necessário.
Outro acerto do filme é mostrar o enfrentamento dos repórteres com a editora-chefe Cameron Lynne (Helen Mirren). O Washington Globe foi comprado a pouco tempo por empresários ambiciosos que desejam apenas vender jornais, e, para isso, tudo valeria, até mesmo romper o código de ética jornalístico.

Uma série de assassinatos misteriosos que podem estar relacionados com uma importante corporação americana e que tem ligação direta com um promissor congressista do país. É a partir desta trama criminal que “Intrigas de Estado” ousa e acaba refletindo sobre jornalismo. Envolvente e inteligente, o filme pode ser considerado uma das melhores produções do ano a estrear no circuito comercial brasileiro. Para quem desconhece a linguagem jornalística, um “furo” acontece quando um veículo de comunicação se antecipa e divulga uma informação antes dos concorrentes.
Mais do que status, esta situação traz também muitas recompensas financeiras para a empresa. Porém, várias questões éticas da profissão perseguem cada intenção de se concretizar um “furo jornalístico”, e a problemática foi ainda mais acentuada nas últimas décadas com o nascimento de um novo meio de comunicação: a internet.
É exatamente esse embate entre impresso e internet que permeia as principais discussões de “Intrigas de Estado”, uma película que possui a “carcaça” de um thriller comum, mas é muito mais do que isso. A história do longa tem início com acontecimentos de impacto sem aparente relação entre si. Depois de roubar uma bolsa de um casal de idosos em plenas ruas movimentadas de Washington D. C.
Daí para frente a trama se intrinca e se desenrola lentamente, mas, só assistindo mesmo para balisar a nossa opinião. Um dos melhores filmes do ano.

Vale assistir, sim, com certeza.

Abraços

Elaine



quinta-feira, 25 de junho de 2009

MORRE UM ÍCONE: MICHAEL JACKSON





















Meus queridos:

Acabei de ouvir a notícia de que Michael Jackson MORREU, aos 50 anos, vítima de parada cardiaca.

Eu estou estarrecida. Tristeza é o nome do que sinto.

Ele embalou minha infancia, afinal, nascemos no mesmo ano, 1958. Sim, éramos ambos crianças quando seu sucesso começou com o grupo Jackson's Five.

Michael, que faria 51 anos no dia 29 de agosto próximo, tinha apenas 2 meses de idade quando eu nasci.

Pelo que vivi a minha vida até hoje, não houve fenomeno como ele, para minha geração.

Embalou minha infância, juventude, maturidade e ainda embala e embalará por muitos e muitos anos.

Força, Michael, cante com Jesus pelos céus. Ele vai se sentir lisonjeado de ter seu filho de volta a seus braços.

Vá se encontrar com seus grandes amigos, como James Brown, por exemplo...

Gente, estou passada...

Que descanse nos braços de seu Criador! Ele certamente o acolherá em seu coração generoso.

Abraços
Elaine

quinta-feira, 18 de junho de 2009

CROSSING OVER (TERRITÓRIO RESTRITO) - COM HARRISON FORD E ASHLEY JUDD

Sinopse: Max Brogan (Harrison Ford) é um agente da Imigração e Fiscalização Aduaneira, em Los Angeles. Todo dia ele precisa lidar com diversas pessoas que tentam entrar nos Estados Unidos em busca de uma vida melhor. Seus colegas de trabalho são seu parceiro Hamid Baraheri (Cliff Curtis), a advogada de defesa Denise Frankel (Ashley Judd) e o marido dela, Cole (Ray Liotta), que julga as solicitações feitas. Juntos eles enfrentam as questões decorrentes do senso de dever e compaixão envolvendo a migração para território norte-americano.



Meus queridos:

Realmente, nomes de peso como o de Harrison Ford, Ashley Judd
e Ray Liotta quase sempre são indicadores de um bom filme, mas no caso de Território Restrito (Crossing Over) foi muito melhor do que o esperado.
Ford é um agente da imigração e aduaneira americana que mostra, neste filme, uma rara sensibilidade pelo problema das pessoas que entram ilegalmente no pais e têm de ser deportados, por ainda não terem conseguido obter seu green card.
Diferentes etnias de imigrantes são retratadas pelo filme, incluindo muçulmanos, asiáticos, latinos, turcos, judeus e uma australiana em busca de sucesso como modelo e/ou atriz. De uma maneira ou de outra, os distintos estrangeiros acabam se cruzando pelo filme, a maioria deles passa pelo caminho do agente da imigração Max Brogan (Harrison Ford). Veterano na busca e prisão de imigrantes ilegais, Brogan parece destoar de seus companheiros de farda no quesito de importar-se com as histórias das pessoas flagradas ilegalmente no país. Tanto que ele passa o filme todo atrás de Mireya Sanchez (Alice Braga), uma mexicana que é presa deixando um filho para trás. Paralela a história de Brogan, acompanhamos os problemas familiares de outro agente da imigração, Hamid Baraheri (Cliff Curtis); o envolvimento antiético e corrupto de Cole Frankel (Ray Liotta), casado com a advogada Denise (Ashley Judd), com a modelo e atriz Claire Shepard (Alice Eve). Ela, por sua vez, briga por conseguir ficar nos Estados Unidos da mesma forma que o namorado, o músico/professor judeu Gavin Kossef (Jim Sturgess).
Eu e meu amado vimos esse filme no dia dos namorados. Sei que é uma situação de romance, mas um bom filme realmente vale a pena ser assistido, mesmo que não seja nada do tipo Romeu e Julieta.

Assistam, dou minha bênção... (rs)

Abraços
Elaine



segunda-feira, 18 de maio de 2009

THICK AND THIEVES (JOGOS ENTRE LADRÕES) - com MORGAN FREEMAN E ANTONIO BANDERAS

Sinopse: Jack Monahan (Antonio Banderas) é um criminoso que está passando por uma grande maré de azar. Sua vida muda quando conhece Ripley (Morgan Freeman), um experiente ladrão que o chama para participar de um arriscado roubo, envolvendo uma das jóias mais valiosas da atualidade. O objeto está guardado a sete chaves em uma joalheria russa, sendo que Ripley precisa roubá-la para quitar uma dívida com a máfia. Jack aceita o convite, mesmo sabendo que no mundo do crime não pode confiar em alguém.



Assista ao Trailer de Jogos Entre Ladrões:





Meus queridos:

Banderas é Gaby, um ladrão de Miami que se muda para Nova York, onde, por acaso, conhece Keith Ripley (Freeman) durante um golpe dentro do metrô. Acontece que os dois estavam de olho na mesma vítima - um sujeito com um envelope cheio de diamantes. Com o tempo e uma série de fatores, os gatunos acabam se associando por interesses mútuos.

Ripley precisa de um parceiro como Gaby para realizar seu assalto mais ambicioso: dois ovos Fabergé, tesouros da joalheria russa do início do século 20, fabricados em 1917 e guardados em um cofre da mais alta tecnologia. Com eles, saldaria a dívida de seu ex-parceiro, assassinado pela máfia russa. Além disso, há décadas o veterano é perseguido pelo tenente Weber, interpretado por Robert Forster ("Jackie Brown").

Filmes sobre grandes roubos normalmente exploram passo a passo o planejamento e a execução do golpe, o que não ocorre em "Jogo entre Ladrões". Aqui, o roteiro assinado por Ted Humphrey (que tem apenas séries de televisão em seu currículo) transita entre um drama romântico, envolvendo a filha do ex-parceiro de Ripley (vivida por Radha Mitchell) e Gaby, e algumas cenas dispersas sobre o plano do roubo.

quarta-feira, 13 de maio de 2009

GRAN TORINO - COM CLINT EASTWOOD

Sinopse: Em Gran Torino, Clint Eastwood interpreta Walt Kowalski, um veterano da Guerra da Coréia, ex-montador de carros da Ford, racista e ranzinza, que mora em um bairro pobre de Detroit, e tem como seus vizinhos, imigrantes da etnia asiática Hmong, que Walt ofende com insultos racistas. Ele ainda tem problemas com a própria família, que o acha ranzinza, antiqüado e com uma paranóia contra coisas asiáticas. Ele passa seus dias fazendo consertos gerais em casas, bebendo na varanda de sua casa, e indo mensalmente ao barbeiro.



Assista ao trailer do filme Gran Torino:






Meus queridos:

O tema abordado em Gran Torino é o racismo, e como nós vivemos com ele. Clint Eastwood, aos 78 anos, está mais do que nunca, um ás na direção de filmes.
Eastwood é Walt Kowalski ex-combatente da Guerra da Coréia e montador de carros aposentado que passa seus dias na porta de casa vendo o movimento da rua, tomando cerveja e xingando seus vizinhos Hmong, grupo étnico da região do sudeste Asiático (que lutou ao lado dos Estados Unidos na Guerra da Coréia). Quando Thao, um jovem Hmong, tenta roubar seu estimado carro Gran Torino de 1972, Kowalski fica irado, aponta uma arma para o garoto e por pouco não o mata. Em seguida, a família Hmong faz questão que o jovem trabalhe para Walt como forma de penitência. Durante esse trabalho, Walt transformaria o rapaz em um homem de verdade.

O bairro em que vivem Walt e os Hmong vive sob a constante ameaça de gângsteres, que não só querem atrair Thao para seu grupo como também foram responsáveis por induzi-lo a roubar o Gran Torino. Os embates entre eles e Walt são os momentos mais icônicos do filme. É aí que entra o lado Dirty Harry da coisa, e de como Clint Eastwood sabe manipular a imagem da forma que deseja. Ele sabe que, quando o espectador o vê de cara fechada, com ódio mesmo, tende a se lembrar do personagem dos anos 70. Walt não leva desaforo para casa, e consegue impor sua moral, mesmo tendo quase 80 anos, com o grupo de jovens inconseqüentes. “Gran Torino” fica nesse meio: ao mesmo tempo em que mostra um Walt sem medo de tirar sangue dos outros, também é um retrato do racismo, já que em nenhum momento ele esconde seu desprezo pelos vizinhos. Isso, claro, até Thao começar a cativá-lo. É uma evolução interessante, mas ainda assim, Eastwood será sempre o grande Durty Harry, o cara de mau.

Em tempo: A música tema do filme "Gran Torino" é interpretada e escrita por Clint, e, apesar de falar sobre carros, saudosismos... como a melodia é maravilhosa!! Nos clipes, quem a interpreta, aliás, muito bem, é James Cullum. Vale a pena assistir, também, pela trilha.

Abraços

Elaine



terça-feira, 12 de maio de 2009

FAST & FURIOUS 4 (VELOZES E FURIOSOS 4) - com VIN DIESEL e PAUL WALKER

Sinopse: Oito anos depois de cruzar a fronteira mexicana com os Estados Unidos, o ex-condenado Dominic Toretto agora tenta reconstruir sua vida em uma cabana de praia na República Dominicana com um único vestígio do passado, a namorada Letty. Mas ele sabe que as autoridades estão sempre atrás dele.
Quando a morte trágica de alguém que Dom ama o leva de volta a Los Angeles, ele reencontra o agente Brian O’Conner, e os dois infiltram-se em uma rede underground que trafica heroína pela divisa do México.
A medida em que Dom, sua irmã Mia e Brian redescobrem um laço familiar destruído há muito tempo, dois improváveis aliados se veem novamente um contra o outro em uma corrida que os leva ao extremo.
Quando um crime faz com que voltem a Los Angeles, o ex-presidiário e fugitivo Dominic Toretto (Vin Diesel) reencontra o agente Brian O´Conner (Paul Walker). Mas eles são forçados a confrontar um inimigo em comum e se juntam para construir uma nova aliança.

Assista ao Trailer do filme Velozes e Furiosos 4:




Meus queridos:

Como nos filmes anteriores, os personagens são apenas uma desculpa: o importante aqui são os carros. E há máquinas para todos os gostos.

Uma delas é o Dodge Charger 1970, do primeiro filme, que é ressuscitado pelos esforços de Dom (Vin Diesel, que estrelou o primeiro filme da franquia e fez pequena participação no terceiro). Também desfilam sua potência carros como Buick GNX Grand National e Ford Gran Torino 1972 - mesmo modelo que empresta o nome ao filme de Clint Eastwood -, entre outros.

O roteiro tem a ver com a infiltração de Dom e Brian O'Conner (Paul Walker, que estrelou o primeiro e segundo filmes), por motivos diferentes, numa rede de tráfico comandada por Campos (John Ortiz, de Força Policial).

Dom morava na República Dominicana com sua namorada Letty (Michelle Rodriguez, de SWAT), quando descobre que a polícia está na sua cola. Ele a abandona, mas a moça morre durante uma corrida pouco tempo depois. Dom descobre que a morte dela tem a ver com Campos e decide vingar-se.

Já Brian é um agente do FBI com métodos poucos ortodoxos. Ele é a pessoa mais indicada para se infiltrar na gangue e desmantelar o tráfico, afinal conhece carros e é bom de corridas. O reencontro entre os dois é tenso, pois há problemas do passado que não foram acertados, como o romance de Brian com Mia (Jordana Brewster, de O Massacre da Serra Elétrica: O Início), a irmã de Dom.

Esse fiapo de história costura corridas de carros e mulheres com pouca roupa ao lado de corredores. Dirigido por Justin Lin (diretor do terceiro filme), a partir de um roteiro de Chris Morgan (O Procurado), Velozes e Furiosos 4 dá ênfase, como se espera, a ação e perseguição. Logo na primeira cena, Dom e Letty participam de um arriscado roubo de um caminhão transportando gasolina numa estrada na República Dominicana.

Vin Diesel mostra porque é um dos atores mais requisitados nos últimos tempos para filmes do gênero. Mais do que presença física, com seu corpo musculoso, ele carrega uma espécie de carisma às avessas. Seu jeito carrancudo e bronco esconde a sua simpatia. E os diálogos de seu personagem mal humorado e furioso, ironicamente, às vezes, trazem algum alívio ao filme.

Abraços

Elaine